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6 de abr. de 2012

Hivolt/24V e afins

Galera recentemente o Fabio Bonatti fez uma visita  uma fabrica de baterias e gravou um "aula" sobre baterias que vou postar aqui pra voces os videos espero que ajude muitos.







23 de jul. de 2011

Lançamento DD Audio

11 de jan. de 2011

Cortes de frequencia, capacitores, tabelas.

Demorou mas tá ai.

   Devido a fatores físicos como peso do conjunto móvel, rigidez da suspensão, centragem da bobina, etc, um só falante não consegue reproduzir toda a gama de frequência audível. Por exemplo: um subwoofer que possue um cone razoavelmente pesado, uma área grande, portanto maior volume de ar para deslocar e uma rigidez relativamente forte, fica impossiblitado de reproduzir frequências altas como 2000Hz que equivale a 2000 ciclos por segundo, ou seja, o cone vai e volta 2000 vezes por segundo.
        Para contornarmos esses fatores físicos, somos obrigados a usar vários falantes específicos para cada faixa de frequência de tal forma que o subwoofer trabalhe até 100Hz, midbass de 100 a 1000Hz, midrange de 1K a 5KHz e tweeter acima de 5KHz.
        Dividindo as frequências do sinal musical em várias faixas estaremos obtendo o maior rendimento dos falantes e também protegendo-os de frequências indesejáveis. Ex: o tweeter e midrange não podem receber frequências baixas com risco de danificar os mesmos.  


Ordem do crossover e sua atenuação
               Os crossovers são classificados por ordem: 1a ordem, 2a, 3a,.... As ordens são definidas em função de sua atenuação :
1a ordem atenuação de 6dB/oitava
2a ordem atenuação de 12dB/oitava
3a ordem atenuação de 18dB/oitava
4a ordem atenuação de 24dB/oitava
... ...
        Ter uma atenuação maior significa um corte mais brusco na frequência de corte (fc) , portanto, mais preciso será o crossover.

O que é uma oitava?

       A expressão "oitava" significa o dobro ou a metade de uma frequência (fc) .
       Dada uma frequência fc, a próxima oitava será 2fc, de posse desse valor, multiplicamos novamente por 2 para achar a próxima oitava, 2*2fc = 4fc, e assim por diante. Para achar a oitava inferior, dividimos a frequência por 2, portanto fc/2 , de posse desse valor, dividimos por 2 para achar a oitava anterior, (fc/2)/2 = fc/4.
       Exemplo, se tomarmos por base, a frequência de 1000Hz, suas oitavas superiores são:
       - 2000Hz, 4000Hz, 8000Hz, 16000Hz
       E suas oitavas inferiores:
       - 500Hz, 250Hz, 125Hz, 62Hz, 31Hz
       Um filtro passa-baixa de 12dB/oitava significa que a cada oitava, há uma atenuação de 12dB. Como na frequência de corte há uma atenuação de -3dB, uma oitava acima da frequência de corte teremos (-3dB - 12dB) = -15dB. Uma oitava acima teremos mais 12dB de atenuação, resultando em -27dB.

       Já um filtro com atenuação 6dB/oitava, teremos -6dB a cada oitava da fc. Portanto em uma oitava acima (2fc), teremos -9dB, pois já temos -3dB em fc. Temos -15dB a 4fc, -21dB a 8fc, -27dB a 16fc e assim por diante.

       A título de curiosidade, a faixa de frequência audível possui 10 oitavas (40, 80, 160, 320, 640, 1280, 2560, 5120, 10240, 20480). A oitava foi criada para expressar o intervalo entre as 12 notas musicais.

 


Grafico do crossover passa-baixa de 1a ordem

Gráfico do crossover passa-baixa de 2a ordem
Passa-baixa de 1a ordem (6dB/oitava) Passa-baixa de 2a ordem (12dB/oitava)
        A rigor, as frequências passantes sofrem uma perda de 0,5dB e não exatamente 0dB.
A frequência de corte é o ponto de -3dB do gráfico.

Frequência de corte e desvio de fases

       Para saber em que frequência fazer o corte nos crossovers de falantes médios e agudos, basta verificar com o fabricante qual a frequência de ressonância, sabendo este valor, o corte do crossover deve estar a no mínimo uma oitava acima, isto é, acima do dobro da frequência de ressonância para evitar alteração no som nessa faixa de atuação do falante.

       Para cada ordem do crossover, isto é, para cada 6dB/oitava, as fases dos falantes ficam afastados em 90 graus, portanto é normal e correto que num crossover de 12dB/oitava, o tweeter seja ligado invertido.
Capacitores

No alto, um capacitor Bipolar e os outros, capacitores eletrolíticos
        O capacitor ou condensador tem a propriedade de aumentar sua impedância gradativamente para valores abaixo de sua frequência de corte, isto é, vai bloqueando as frequências baixas deixando passar as frequências acima de sua fc (frequência de corte). O valor nominal dos capacitores são expressos em Faraday ou pela letra 'F'. Para uso em sinais de áudio aonde a forma de onda é alternada (varia de uma tensão positiva até uma tensão negativa) é necessário o uso de capacitores despolarizados.

Capacitores eletrolíticos, que são polarizados, explodem quando submetidos a tensões negativas. Mas muitas vezes você tem a mão somente capacitores eletrolíticos, então saiba "despolarizá-los", basta ligar os terminais negativos de dois capacitores eletrolíticos iguais e use os terminais positivos para interligar o amplificador e o alto-falante, veja a figura ao lado. Agora você tem um capacitor "despolarizado" mas com metade do valor! Ex: ligando dois capacitores eletrolíticos de 220uF em série (terminal negativo com negativo) você terá um equivalente de 110uF.
        Como você pode observar, ligando 2 capacitores em série (como na figura acima), o equivalente é a metada deles e a fórmula geral é:
        1/Ceq = 1/C1 + 1/C2 + 1/C3 + ...
ou simplificando:
        1/Ceq = (C1+C2)/(C1*C2)
        Ceq = (C1*C2)/(C1+C2)
ou quando utilizado 2 valores iguais:
        Ceq = C/2 (onde C é o valor de um dos 2 capacitores de igual valor)
        A tensão suportada resultante de uma associação série será a mínima tensão dos capacitores. Isto é, se associar dois capacitores de 25 Volts, a tensão máxima suportada pelo conjunto será 25Volts.

Capacitores em paralelo      
        A Associação de capacitores em paralelo, resulta na soma das capacitâncias, nesse caso, deve-se tomar cuidado em ligar positivo com positivos e negativos com negativos:
        Ceq = C1 + C2 + C3 + .....
        Mas este método não serve para som aumotivo, uma vez que precisamos de capacitores despolarizados.
        A associação de capacitores não altera a ordem do crossover, isto é, sempre um filtro composto somente por um capacitor ou um conjunto deles, será de 6dB/oitava.




Divisor de frequência Passa-Baixa
Gráfico do filtro-passa baixa de 1a ordemFiltro passa-baixa de 1a ordem
        O mais simples é composto por uma bobina ou indutor em série com o falante
O indutor é composto por fio de cobre envernizado enrolado em torno de um núcleo que pode ser o ar, ferrite ou outro material e seus valores são expressos em Henrys (H).
        Ele tem a propriedade de dificultar gradativamente a passagem das frequências acima da fc (frequência de corte é definida no ponto de -3dB ) na proporção de 6dB/oitava e deixa passar as baixas frequências, isto é, sons graves, portanto seu principal uso é em subwoofers. Sua frequência de corte pode ser calculada através da expressão:

[R]=Ohms; [L]=Henry; [fc]=Hertz
        A tabela abaixo serve para termos uma base sobre os valores dos indutores.
falantes:


4 ohms


2 ohms


8 ohms
Frequência (Hertz) L L L
80 8.2mH 4.1mH 16mH
100 6.2mH 3.1mH 12mH
125 5.0mH 2.5mH 10mH
150 4.0mH 2.0mH 9.0mH
200 3.5mH 1.6mH 6.8mH
Tabela de indutores para filtro passa-baixa de 1a ordem.
L = Indutor (bobina), valores dados em "miliHenry"
        Esse tipo de circuito é o mais simples dentro da classe de filtro passa-baixa sendo considerados de 1a ordem com atenuação de 6dB/oitava. Um crossover passa-baixa de 2a ordem pode ser esquematizado da seguinte forma.



Crossover passa-baixa de 2a ordem
Crossover passa-baixa de 2a ordem (12dB/oitava)
                                   O valores dos componentes são estes abaixo e podem tanto ser utilizados no filtro passa-alta quanto no passa-baixa.
Frequência 4 ohms 2 ohms 8 ohms
Hertz L C L C L C
80 11mH 330uF 5.6mH 700uF 22mH 180uF
100 9mH 270uF 4.5mH 550uF 18mH 135uF
125 7mH 220uF 3.5mH 450uF 14mH 110uF
150 6.0mH 180uF 3.0mH 375uF 12mH 90uF
200 4.5mH 140uF 2.3mH 281uF 9mH 70uF
260 3.5mH 100uF 1.7mH 220uF 7mH 50uF
400 2.2mH 70uF 1.1mH 140uF 4.5mH 35uF
600 1.5mH 50uF 0.75mH 100uF 3.0mH 25uF
800 1.0mH 33uF 0.56mH 68uF 2.0mH 15uF
1000 0.9mH 27uF 0.45mH 55uF 1.8mH 13uF
1500 0.6mH 18uF 0.3mH 36uF 1.2mH 10uF
2000 0.45mH 14uF 0.22mH 28uF 0.9mH 7uF
3000 0.3mH 10uF 0.15mH 19uF 0.6mH 4.6uF
4000 0.225mH 7uF 0.11mH 14uF 0.45mH 3.5uF
5000 0.18mH 5.6uF 0.09mH 10uF 0.36mH 2.8uF
6000 0.15mH 4.6uF 0.075mH 9.3uF 0.30mH 2.3uF
8000 0.11mH 3.5uF 0.056mH 7uF 0.25mH 1.7uF
10000 0.09mH 2.8uF 0.045mH 5.6uF 0.18mH 1.4uF
Tabela de componentes para filtros passa-baixa e passa-alta de 2a ordem.
L = Indutor (bobina) ; C = capacitor despolarizado

valores dados em "miliHenry" e "microFarads"
Fonte: Catálogo JKR

 

Filtro Passa-Alta


Gráfico do filtro passa-alta de 1a ordemFiltro passa-alta de 1a ordem

        Na sua forma mais simples é geralmente composto por um capacitor em série com o falante.
       


        A frequência de corte ( fc) é dada por:
        Onde [R]=Ohms; [C]=Faraday; [fc ]=Hertz
        O capacitor deve ser despolarizado, veja acima como fazer isso com capacitores eletrolíticos que tem polaridade (terminal positivo e negativo), pois o capacitor estará trabalhando com tensões contrárias à polaridade do capacitor e pode até ococrrer a explosão do capacitor (como uma bombinha estourando), portanto deve-se usar capacitores não polarizados (veja acima como despolaziar capacitores eletrolíticos). A tabela abaixo demonstra alguns valores:


falante:


4 ohm


2 ohm


8 ohm
Frequência (Hertz) C C C
100 400uF 800uF 200uF
125 320uF 640uF 160uF
150 260uF 530uF 130uF
200 200uF 400uF 100uF
260 150uF 300uF 75uF
400 100uF 200uF 50uF
600 70uF 140uF 35uF
800 50uF 100uF 25uF
1000 40uF 80uF 20uF
1500 25uF 50uF 13uF
2000 20uF 40uF 10uF
3000 13uF 25uF 6.6uF
4000 10uF 20uF 5uF
5000 8uF 16uF 4uF
6000 6.6uF 13uF 3.3uF
8000 5uF 10uF 2.5uF
10000 4uF 8uF 2uF
Tabela de capacitores para filtros passa-alta de 1a ordem.
C = capacitor despolarizado, valores dados em  "microFarads"
        Capacitor e falante em série constituem um filtro passa-alta de 1a ordem com atenuação de 6dB/oitava.
        Abaixo podemos ver um exemplo de filtro de 2a ordem (12db/oitava) bem como os valores de seus componentes.

Crossover passa-alta de 2a ordem
Esquema de um crossover passa-alta de 2a ordem (12dB/oitava)
        O valores dos componentes são os mesmos da tabela dada para o crossover passa-baixa de 2a ordem.
 
        Tensão dos capacitores         Para saber qual a tensão, devemos saber a potência aplicada ao alto-falante, bem como a impedância nominal do falante.
Vamos utilizar a fórmula de potência para saber a tensão sobre o falante.

P = Potência
V = Tensão de pico
R = resistência do falante

Vrms = Tensão RMS equivalente a uma Tensão Contínua

Por exemplo: um amplificador que fornece 100W para falante de 4 Ohms nominal (Re=3.6 Ohms Resistência DC).

Tensão de pico = 18,97 Volts
Tensão RMS = 13,41 Volts

Você precisará de capacitores que suportem 13 Volts. Mas vamos utilizar 100% de margem de erro, portanto, capacitores de aproximadamente 25 Volts.




Agora um pouco sobre Crossovers




Crossover Passivo vs. Ativo
        Filtro passivo é o filtro constituído somente de componentes discretos (capacitores, indutores, resistores) que não necessitam de fonte de alimentação externa sendo passível de perda da potência fornecida e capaz de trabalhar sob altas potências.
        O crossover ativo já necessita de uma fonte de alimentação externa, trabalha com sinal de baixa intensidade, tem maior controle na atenuação e pode ter as frequências de corte controladas mas fica mais susceptível a ruídos.
        Por trabalhar com sinais de baixa intensidade não podemos ligá-los diretamente ao falante sem o intermédio de um amplificador. Nesse caso teremos que ter um amplificador para cada faixa de frequência dividida pelo crossover como segue o esquema abaixo:
        Podemos também  utilizar o crossover passivo para dividir a frequência entre midrange e tweeter.
Exemplo de esquema utilizando crossover ativo e passivo.


Fontes: Google  e AutoSom.net

6 de jan. de 2011

Baterias Automotivas

f1 - DEFINIÇÕES
user posted image A bateria é um acumulador Chumbo-Ácido capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinada a armazenar, sob forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida e restituí-la em condições determinadas. Utiliza materiais ativos nas reações químicas, que são o chumbo (nas placas) e o eletrólito, que é uma solução de ácido sulfúrico.

As placas são designadas pelo sinal ( + ) e ( - ), ou sejam placas positivas e placas negativas respectivamente.


1.1 - ELEMENTO ou VASO: É um acumulador, um conjunto de duas ou mais placas de polaridades opostas, isoladas entre si e banhadas pelo mesmo eletrólito, num mesmo recipiente.

1.2 - BATERIA: É o conjunto de elementos (vasos) interligados em série ou paralelo. Uma bateria automotiva é composta por 6 vasos internos ligados em série.

De acordo com sua utilização existem:
Acumuladores ESTACIONÁRIOS (ciclo profundo)
Acumuladores TRACIONÁRIOS
Acumuladores de ARRANQUE (ciclo profundo)

As baterias automotivas são baterias de ARRANQUE. Tanto a bateria de Arranque quanto a Estacionária (também chamada de Bateria de Ciclo Profundo) são baterias de ácido-chumbo, que usam exatamente a mesma química para sua operação. A diferença está na maneira como as baterias otimizam seu projeto.

A bateria automotiva foi projetada para oferecer grande quantidade de corrente por um curto período de tempo, necessário somente para dar partida no carro. Depois que o motor estiver ligado, o alternador oferece toda a energia que o carro precisa e, com isso, uma bateria de carro pode passar todo o seu tempo de duração sem ter usado mais de 20% de sua capacidade total. Usada dessa maneira, uma bateria de carro pode durar vários anos, geralmente 2 anos. Para obter uma grande quantidade de corrente, uma bateria de carro usa placas finas para aumentar sua área de superfície. Toda vez que uma bateria automotiva é descarregada, diminui sua vida útil.

Uma bateria ESTACIONÁRIA (ou ciclo profundo, usadas normalmente em no-break) foi projetada para oferecer quantidade constante de corrente por um longo período de tempo e também foi projetada para ser descarregada completamente várias e várias vezes (algo que arruinaria uma bateria de carro rapidamente). Para conseguir isso, uma bateria de ciclo profundo usa placas mais espessas. Toda vez que alta corrente (como uma partida de carro) for requisitada de uma bateria estacionária, irá diminuir sua vida útil.

De acordo com suas características elétricas:
- Acumuladores de resistência interna normal
- Acumuladores de resistência interna baixa
- Acumuladores de resistência interna muito baixa (baterias de alta performance)


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1.3 - ESTRUTURA DAS BATERIAS
- Placas : Positivas e Negativas
- Separadores (entre cada placa positiva e negativa de um vaso)
- Eletrólito (Solução da bateria)
- Recipiente (Caixa que contém a estrutura da bateria, separada em 6 vasos nas - baterias de 12V)
- Conexões (Interligam as placas em série)
- Suportes (seguram as placas e conexões)


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1.3.1 - Separadores:
As placas devem ficar o mais próximo possível reduzindo ao mínimo a resistência interna e as dimensões dos elementos, aumentando a capacidade da bateria e reduzindo o espaço ocupado. Para evitar um curto-circuito, entre as placas positivas e negativas, se introduz lâminas de material poroso, denominados separadores. Assim, os separadores protegem as placas de polaridade oposta contra os curto-circuitos. Os separadores são fabricados de material isolante e anti-ácido.


1.3.2 - Eletrólito (ácido e água):
O eletrólito nas baterias CHUMBO-ÁCIDO é sempre uma solução de ácido sulfúrico diluída. O eletrólito de densidade mais baixa (menor quantidade de ácido) é preferível, pois haverá menos ação local nas placas negativas, bem como vai impor menor carga nas placas positivas, e haverá menor ataque do ácido nos separadores. Já o eletrólito de densidade maior (maior quantidade de ácido) aumenta a capacidade do acumulador e amplia a característica da tensão descarga, especialmente em descargas mais rápidas.

Uma densidade maior do eletrólito permite uma utilização com menor volume do eletrólito reduzindo peso, volume e custo por elemento. Este é um dos princípios
das baterias de alta performance, conhecidas como "baterias para som".

Devo sempre colocar água ou solução com ácido?
- Utilize sempre solução de água destilada. Água da torneira tem elementos que podem grudar nas placas e diminuir a vida útil;
- Soluções com ácido podem danificar as placas;
- Pode-se colocar água da chuva também;

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Quanto de água devo colocar?
- A água núnca deve atingir a tampa da bateria, deve-se deixar um espaço de folga.
- Água demais pode vazar, e o líquido que vaza é uma mistura de água com ácido que irá corroer partes metálicas do carro.

O que acontece quando o nível de água está baixo?
- Dois sérios problemas ocorrem quando a água atinge um nível muito baixo. Há um aumento de calor e deterioração das placas da bateria. Isto impede a bateria de carregar e destrói as placas. Igual quando há um sobrecarregamento na bateria, esta destruição irá acontecer em 5 meses.

Baterias seladas ou não seladas?
As seladas são mais convenientes, pois você não se preocupa com manutenção.
Já as não seladas, necessitam de verificação a cada 3 a 6 meses. Se o nível de água deste tipo de bateria ficar abaixo da placa, esta começa perde eficiencia e começa a se degradar, o que é irreversível e você perderá a bateria.
Se você não é organizado e tem memória fraca, recomendo comprar uma bateria selada.


2 - CARACTERÍSTICA DOS ACUMULADORES

2.1 - Tensão (volts): Depende somente das propriedades físicas e químicas dos materiais ativos, e independente da quantidade de matéria ativa presente. A tensão de uma bateria é equivalente à soma da tensão dos vasos presentes nela (6 vasos, no caso das baterias de 12V automotivas).

2.2 - Resistência interna (ohm): Influi na corrente fornecida pelo acumulador e na tensão. A resistência interna depende dos terminais, das ligações dos bornes, do material ativo, dos separadores, do eletrólito, bem como da resistência de contato do material ativo com o eletrólito.

2.3 - Capacidade (A/h): Pode ser expressa em ampére-hora ou watts-hora, sendo universalmente adotado a unidade de ampére-hora (A/h), que podemos simplificar dizendo que é a quantidade de corrente que pode ser consumida num período de 1 hora, até que ela atinja uma tensão de 9.6V (cerca de 20% abaixo da tensão nominal de uma bateria de 12 Volts).

Qual é a capacidade da minha bateria?
Ex: Uma bateria de 45 A/h, consegue fornecer 45A durante uma hora até que a tensão atinja 9.6Volts.
Ex: Se exigirmos 10A da bateria, e ele demorar 4 horas para chegar na tensão de 9,6Volts, indica que a bateria tem 10A*4h = 40Ah de capacidade.
Esta mesma bateria, se exigirmos 40A, vai durar apenas uma hora para que atinja 9,6 Volts. Se exigirmos 80A, vai durar apenas meia hora.

2.4 - RC (Capacidade de Reserva ou Reserva Capacidade) (A): o número de minutos que a bateria pode fornecer 25 amperes até atingir uma tensão final de 10,5 V a 27 o C.
Ex: Se uma bateria tem Capacidade de Reserva de 120 minutos. Indica que pode fornecer 25A por 120 minutos até atingir a tensão de 10,5 Volts.

2.5 - Habilidade de Descarga (ou corrente de partida): É a habilidade da bateria fornecer uma determinada corrente sem uma queda de tensão apreciável, que também pode ser definida como a corrente em amperes que o acumulador pode fornecer partindo dele completamente carregado até a queda de tensão, num regime de descarga de 1 segundo. Serve para analisarmos a corrente de partida de um carro.

2.6 - CCA (bateria de partida a frio) (A): O número de ampéres que a bateria pode produzir (a 0º C) durante 30 segundos.
Existem variações na medição deste valor, existe a norma SAE (-18º C) e DIN (+25º C) onde basicamente muda a temperatura de medição do valor CCA, o primeiro é medido a -18 graus Celcius enquanto que o segundo é medido a 25 graus Celcius.
Ex: bateria CRAL CS70 Ah , 440A ( SAE -18º) e 650A ( DIN 25º) . Note que o último valor é bem acima da primeira, portanto, preste atenção ao compara o valor CCA de um fabricante com o valor CCA de outro fabricante, eles podem ter medido em temperaturas diferente.

Em geral, uma bateria estacionária terá duas ou três vezes a Capacidade de Reserva (RC) de uma bateria de carro (de arranque), mas fornecerá apenas metade ou três quartos dos CCAs. Além disso, uma bateria de ciclo profundo pode suportar centenas de ciclos de descarga e recarga, enquanto uma bateria de carro não foi projetada para ser totalmente descarregada.


3 - REGIMES DE CARGA
1 - Carga com corrente constante (conhecido como "carga lenta");
2 - Carga com tensão constante (conhecido como "carga rápida");
3 - Carga com tensão constante modificada;
4 - Carga de compensação (flutuação);
5 - Carga de equalização;

Em um automóvel, o sistema de carga utilizado é a carga de compensação (ou regime de flutuação).

A melhor carga é a carga lenta.

3.1 - Carga de Compensação ( TRICKLE CHARGE )
Os métodos de carregamento até agora mencionados ( 1ª, 2ª e 3ª ) são aplicáveis somente quando a bateria está desligada do carro. Atualmente se utiliza em grande amplitude deixar a bateria em paralelo com o carregador (alternador, no caso de um carro) e o consumidor (o próprio carro). A bateria fornece corrente ao consumidor em pequena quantidade ou em emergência e recebe uma corrente apenas para compensar as perdas. Mantém-se assim a bateria sempre carregada. O sistema de carregamento é do tipo de tensão constante.


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3.2 - CARREGADORES DE BATERIA
Para carregar uma bateria é necessário dispor de uma fonte de energia elétrica cuja tensão seja superior a tensão da bateria em circuito aberto (14,4V no caso de automóveis), e cuja polaridade não se inverta, ou seja uma fonte de corrente unidirecional ou contínua.

No processo de carga, a bateria esquenta e libera gases derivados do ácido sulfúrico, portanto é recomendável deixá-lo em local arejado.

A corrente de carga, em Ampéres (A), deverá corresponder a 10% da capacidade nominal da bateria, em Ah. Por exemplo, para uma bateria de 75Ah, a corrente de carga deve ser de no máximo 7,5A.

Quando baterias de capacidades diferentes forem carregadas em série, limitar a corrente pela bateria de menor capacidade.

A temperatura da bateria em carga nunca deve ultrapassar os 60ºC. Caso ocorra, reduzir à metade a corrente de carga.

A bateria estará plenamente carregada quando apresentar a mesma tensão em 3 leituras consecutivas, realizadas com intervalos de uma hora.



4 - BATERIAS PARA SOM AUTOMOTIVO
Apesar de não serem ideais para esta aplicação, por não serem do tipo estacionário (que permitem um ciclo maior de carga e descarga sem dano à bateria), as baterias de som automotivo possuem capacidade de reserva maior, graças à utilização de eletrólito com maior densidade e à utilização de placas mais próximas. Com isto a bateria ganha maior capacidade de fornecimento de corrente, mas também sofre com maior desgaste. Para sistemas de trio-elétrico, o ideal é que se utilize baterias estacionárias, muito utilizadas em barcos.



5 - PRINCIPAIS DEFEITOS QUE OCORREM NAS BATERIAS
Uma bateria tende a apresentar a redução de sua capacidade com o passar do tempo. Essa redução é ocasionada por alterações em sua estrutura física ou química, que podem ser causadas pelo uso normal, ou por eventos que causam danos rápidos às baterias, como o curto-circuito, descargas excessivas (uma bateria automotiva deve ser descarregada até 20% de sua tensão nominal, no máximo), cargas fora das especificações, baixa concentração de ácido, entre outros. Os principais defeitos que surgem nos acumuladores de chumbo e causam queda na performance são os seguintes:

5.1 - Acumuladores Atrasados
Todos os acumuladores de uma bateria devem trabalhar igualmente. Se um acumulador se descarrega mais rapidamente que os demais de uma mesma bateria, neste caso, a eficiência da bateria é determinada pelo acumulador atrasado.

5.2 - Sulfatação das Placas
No processo de descarga de um acumulador se forma o sulfato de chumbo nas placas positivas e negativas. Este é um fenômeno natural da descarga. Durante a carga do acumulador, o sulfato se converte facilmente em matéria ativa. A sulfatação das placas está com defeito quando as placas descarregadas não se carregam mais quando passa uma corrente por elas.

5.3 - Curto-Circuito interno
Os curto-circuitos internos podem ocorrer por vários motivos: por deteriorização de um ou vários separadores entre as placas positivas e negativas; por sedimentação dos materiais no fundo dos recipientes ou por formação de acúmulo de material na face da placa de chumbo.

5.4 - Corrosão da Grade das Placas Positivas
Durante a carga de um acumulador, o sulfato de chumbo formado do material da grade (um dos componentes da placa), se transforma em peróxido de chumbo. Este processo de formação reduz o tempo de vida do acumulador. A perda prematura da placa ocorre quando entre o peróxido de chumbo e a grade de chumbo existe grandes espaços cheios de eletrólito.

5.5 - Crescimento e Dobramento das Placas Positivas
A inobservância das regras, fornecidas pelos fabricantes, para utilização, processo de carga e descarga, causa e mudança das dimensões das placas positivas bem como sua curvatura.

5.6 - Perda do Material Ativo
Este fenômeno é uma das causas da prematura inutilidade da bateria. Consiste principalmente do desprendimento do peróxido de chumbo das grades em forma de finos cristais ou grãos, cujas dimensões alcançam até 0,1 micron.

5.7 - Impurezas no eletrólito
A impurificação do eletrólito com agentes estranhos, principalmente sais metálicos e substância orgânicas, aumenta em grau considerável a corrosão das grades. As medidas para evitar este fenômeno são simples e se reduzem utilizando ácido sulfúrico puro, para acumuladores, e água destilada na preparação do eletrólito. Algumas impurezas são mais nocivas tais como o cloro (presente na água da torneira), o ferro e os óxidos de nitrogênio.





6 - DÚVIDAS MAIS COMUNS

Qual bateria compro pro meu carro?
Primeiramente você deve saber quanto de corrente consome seu sistema sonoro e outros dispositivos eletrônicos instalados que não são de fábrica.
Vamos pressupor que a bateria original é suficiente para o carro original, então devemos comprar uma bateria que supra as necessidades do carro mais os equipamentos complementares.

Ex: Meu sistema de som consome em média 20A e minha bateria tem capacidade de 45A/h.
Então você necessita de uma bateria de 45 + 20 = 65 A/h

Que tipo de bateria comprar?
Existe no mercado, diversos fabricantes e cada um com um diferencial.
Existem baterias com prata, especiais para som automotivo,  seladas, etc

A principal característica a ser verificada é a Capacidade discutida no item 2.3


Local de instalação
Utilize sempre em locais ventilados. Por possuir ácido e sofrer reação química, gases de ácido sulfúrico podem ser eliminados pela bateria.
Deve-se também evitar virar a bateria, pois o ácido pode vazar.
Se a bateria libera gás, então ela não pode ser instalada no mesmo ambiente onde fica o motorista (Ex: porta-malas de um carro hatch) Um cano pode conduzir o gás para fora do carro.

Com qual freqüência devo checar a água da bateria?
Uma vez a cada 3 a 6 meses é o suficiente para checar se o nível da água diminuiu.
Locais mais quentes requerem uma checagem mais frequênte.

Tem alguma importância usar água destilada? Não posso usar água da torneira ou mineral?
Você precisa usar água destilada por causa dos minerais contidos na água da torneira. Nossa água contém uma grande quantidade de lima. A lima impregna o compartimento da bateria causando problema nas células da bateria que inibe a correta atuação do ácido no eletrólito.

Como eu posso estender a vida da bateria?
- Faça inspeções freqüentes do nível da água, não deixe baixa o nível dágua;
- Tenha certeza que os pólos e as garras da bateria estejam limpos. Os terminais podem ser limpos com uma escova de aço ou um produto para limpar contatos.
- Tenha certeza que sua bateria esteja instalada corretamente. Ex: as presilhas que seguram a bateria no veículo devem estar bem presas impedindo que a bateria pule ou vire de lado. Os solavancos que uma bateria recebe, especialmente quando usadas em estradas com buracos, trilhas de terra, irá consumir 6 a 8 meses da vida da bateria;
- Instale uma bateria correta para atender as necessidades de energia do seu veículo, é melhor ter uma capacidade de reserva maior, do que ter uma bateria pequena;

Carro parado por longo tempo, que cuidados preciso ter?
Quando deixar o veículo parado por longos períodos de tempo, em fez de ficar ligando o veículo por 20 minutos 1 vez por semana , você pode ligar um carregador de bateria Inteligente, que evitará da bateria perder a capacidade de armazenamento e prolongará a vida útil dela. Exemplo: Expertcharger COMPACTO C-12 http://expertcharger.com/c12.htm

Por que minha bateria não carrega mais?
Pode ser problema na bateria ou no alternador.
Com o carro ligado, se a tensão não for aproximadamente 14,4 Volts, você tem problema no alternador.
Se não é problema no alternador, sua bateria está com problemas na água (eletrólito) ou nas placas de chumbo. Veja item 5 deste artigo.

Evite cargas rápidas
- Evite de dar cargas em carregadores de Auto Elétrico, pois como eles tem sempre vários clientes, não podem deixar a bateria carregando com a amperagem ideal, forçando uma carga rápida, aquecendo as placas que irá perder em 10% o poder de armazenamento da bateria.

Não empurre o carro
- Evite Fazer "chupetas" ou cabos de transferência, ou dar trancos no carro, pois o alternador é forte e quando a bateria está bem fraca ele irá carregar muito rápido a bateria, que também irá reduzir a vida da bateria. Este procedimento só deve ser usado em emergência. Veículos que por exemplo tem o alternador danificado, e o motorista dá tranco para pegar o carro (ou faz uma "chupeta") após umas 10 vezes , mesmo ele arrumando o alternador provavelmente terá que trocar a bateria. Isto é muito comum.

Como sei quando preciso trocar a bateria ?
Quando ela não segura carga ou a tensão que ela fornece, com o carro desligado, está abaixo dos 11 Volts é um indicativo de que sua vida útil está no fim.
Os auto-elétricos possuem um testador de baterias que basicamente aplica uma carga de baixa resistência, quase um curto circuito na bateria e mede a corrente fornecida. Se essa corrente for baixa, indica que a bateria está no fim da vida.

Posso jogar a bateria no lixo comum?
NÃO! A bateria possui ácido que degrada a natureza, entregue em um auto-elétrico, eles tem esquema de recolhimento da bateria para reciclagem.

Alternador com problemas pode danificar a bateria?
Se o regulador de voltagem estiver com problemas, ele poderá danificar a bateria, inutilizando-a.
Verifique se, com o carro ligado, a tensão permanece a aproximadamente 14,4 Volts.

Pólo positivo direito ou esquerdo?
Devido a construção do carro, cada fabricante define se o pólo positivo fica melhor na direita ou na esquerda.
Basicamente para otimizar o posicionamento dos cabos positivos e terra.
Portanto, preste atenção do lado onde está o polo positivo para ir comprar uma nova bateria.


7 - BATERIAS OPTIMA
user posted image As baterias Optima são formadas por 6 vasos de alta eficiência. Cada vaso contém o mais puro chumbo alternado com fibra de vidro absorvente enrolados em espirais.
A vida útil chega a ser duas vezes maior que uma bateria normal. E o tipo de bateria é o de ciclo profundo, indicando que a bateria pode ser descarregada totalmente e depois carregada sem perder suas propriedades químicas.

Devido a sua estrutura e componentes, a bateria possui uma resistência interna muito baixa, isso indica alta eficiência. Essa eficiência se dá pela grande área de placas enroladas, suportadas por placas finas e material ácido pastoso. Possibilitando realizar uma carga completa em uma hora.

As baterias de ciclo profundo, pode ser repetidamente descarregadas (pouco abaixo de 10,5 Volts) e carregadas repetidamente sem falhas. Baterias de ciclo profundo são recomendadas para uso em sistemas que não possuem recarga constante.

Algumas vantagens:
- fornece altos picos de corrente;
- dura duas vezes mais que as baterias convencionais;
- funciona tanto em clima quente (deserto) ou frio (neve);
- funciona de lado ou de ponta cabeça;
- 14 vezes mais resistente à vibração que as baterias normais;
- maior capacidade de corrente em uma embalagem menor;
- segura a carga em longos períodos sem uso;

Algumas observações:
- as placas de chumbo puro são fixas, impossibilitando que uma placa encoste em outra;
- por ter placas mais puras, elas corroem menos;
- não necessita manutenção;
- utiliza solução ácida mais forte que as baterias normais;
- ideal para ser utilizada em equipamentos móveis sem recarga automática;



8 - BATERIAS DE GEL
As baterias de gel apenas trocaram o ácido líquido para uma solução pastosa do ácido, possibilitando utilizá-la de lado, sem se sujeitar a problemas com trepidações. Mas isso não implica necessariamente em melhoria no desempenho ou eficiência.

8.1 - BATERIAS DE NO-BREAK
As baterias importadas de no-break costumam ser de ciclo profundo, isto é, podem ser descarregadas sem perda da vida útil e geralmente permitem instalação deitadas.

Uma das baterias comercializadas no Brasil, é do fabricante Enersys (Hawker) (http://www.enersysreservepower.com)

Um de nossos colegas do fórum, informou que utiliza a bateria Enersys, linha Power Safe Front Terminal 12V155FS, comprada a R$650. Ela tem capacidade de 155Ah com dimensão de 56 x 12 x 28cm e pesa 57Kg.

Outro colega utilizou a bateria SBC C11 que tem capacidade de 110Ah, 28 Kg medindo 40 x 10 x 26cm. Confira aqui alguns manuais técnicos.

As baterias de no-break da EnergySys foram desenvolvidas para ter alto desempenho e segurança em sua instalação. Por serem utilizadas em conjuntos de várias baterias elas não emanam gás tóxido devido a tecnologia de recombinação de gases. O oxigênio gerado nos pólos positivos durante a recarga da bateria, migram através de microporos até as placas negativas e por uma série de reações químicas, se transforma em água. Cada célula, possui uma válvula que controla a pressão interna da bateria em casos extremos.
Como o ácido está dentro de um material com micro poros, ela não vaza. Construído de material ABS, tem retardo de chamas e é resistente a choques mecânicos e vibrações. As válvulas apenas permitem a saída de ar e não a entrada.

Outro modelo interessante é o NorthStar 12 VoltBattery NSB170FT com capacidade de 172 Ah


Outra marca mais fácil de encontrar, é a bateria nacional Moura Clean que é uma bateria estacionária de gel, específico para no-break que pode descarregar totalmente sem perda da vida útil. Teoricamente é ideal para som automotivo.


MAIS SOBRE AS BATERIAS

- BATERIAS OPTIMA, NÂO são de gel. São de uma fibra acida enrolada em tubos, para alta partida, ciclo profundo, podem descarregar etc..

- BATERIAS AGM = Não são gel, são estacionarias, reguladas por valvulas, dizem que é a tecnologia melhor que existe hoje custo x beneficio, pois rende DEMAIS no som ou qualquer utilidade, podendo manter sua carga e durando muitos anos! Sizem que mais de 5 ou 10. Podem funcionar viradas, são as mais TOPS para som e outros usos, só nao pode pegar muito sol, entao é bom ficar dentro do carro e nao capô!

- BATERIAS Moura CLEAN = É uma bateria feita pra nobreak a principio, não vazam, pode virar, mas n
ão trabalhão viradas, também é uma especie de manta acida, mas ainda usa água ácida, é uma mistura digamos de água com agm, algo assim, mas que tem um sistema q faz não vazar. Ela pode descarregar por completo de boa também! Mas, não pode deitar/virar, que vasa, já a AGM se furar não sai ácido, só vasa um gás.

Entao resumindo , na ordem de TOP pra mim seria:
1o lugar = AGM (NewMax/Saturnia/C&D/etc) 

2o lugar = Optima etc
3o lugar = Moura Clean,
4o lugar = Agua-Acida as comuns

Um Pouco mais sobre experiencias com as AGM:
Obs: Tokei meu sd8000d mais de 3 festas, por mais de 4horas seguidas a 99% do som, quase clipando, e n
ão vi o voltimetro aparecer 11.9v. Ficou sempre acima de 12.2 em media ate nas mais fortes pegadas, uso somente 2 de 150 AGM com SD8k+sd1kd+400d. Isso sem fonte ou carro ligado. Com fonte de 80A ela fica acima de 14v sem descer nada, mesmo se clipar! Tambem ja fiz video de 1 de 100A tocando sd2500 com 2 de 18 sem cair de 12v tambem.

Por isso que digo: Carrega MUITO mais rapido, Descarrega MUITO mais lento, dura muitos anos, até 10 ou mais, pode virar, e uma fonte de 50A parece de 150 quando junta de baterias AGM, sem dúvidas é a bateria do futuro p/ som !
Beneficios:


ESPAÇO: 02 de 300~400amp Agua acida, ocupa MUITO Espaco, demora HORAS pra carregar, e é o minimo pra um sd12.000 digamos!

02 de 150AGM, ocupa menos espaco, pode ir no estepe as 2, ou atraz dos banco da saveiro/carros/etc, vejam as medidas no site!

DURABILIDADE: Investimento p/ anos: Agua acida dura mais ou menos 3 anos, AGM 5~10 anos pelo menos.. depende do uso! GARANTIA Agm = 2 anos..

CARGA: Agm pega carga 5 a 10x mais rapido que agua, fiz um teste em 1 hr carreguei uma agm 150, em 5hs nao carreguei uma agua 150.

DESCARGA: Com 2 de 400A apos 2 /3 hs, ainda chega a cair de 12v poca coisa no pico, com 2 de 150A agm, apos 4 horas ainda nao aparece 11.9v

MENOS NECESSIDADE DE FONTE: Como AGM pega carga muito rapido, menos da METADE a fonte nescessaria pra uma agua, já tocará com a AGM Muito mais forte (com 50A de fonte faco toca as 2 de 150agm com sd8k talado acima de 14v..)

PRATICIDADE: Pode virar, a vontade, trabalhar deitada, nao vasa, nao solta acido evitando corrosao, cabe em cima de caixas de som, esteps, atraz bancos, etc!



Qualquer duvida = somsc@somsc.com.br!




Fonte: Som SC
            Autosom.net

23 de mar. de 2010

Super Tweeter Hinor HST 600

Há mais de 10 anos o HST600 Trinyum é o ST mais vendido da categoria, e isso não é por acaso. Ele é desenvolvido em alumínio, com design moderno, e agora muito mais potente: com 600W para turbinar o som de qualquer carro.
O Super Tweeter Trinyum é desenvolvido para reproduzir eficientemente a faixa dos agudos até 22.000 Hz, sendo o único no mercado que reproduz o som do prato de uma bateria.
  • É o super tweeter mais eficiente do mercado;
  • Possui corneta, phase plug e capa protetora do conjunto em ALUMÍNIO;
  • Conector de engate rápido;
  • Alto nível de pressão sonora, com 1 Watt RMS já gera 110dBs.
  • Especificações Tecnicas
  • 3500 - 22000
  • 8
  • 600 W
  • 300 W (com crossover 8K - 12dB/oitava)
  • 110

VT-1 - VOLTÍMETRO STETSOM

Fundamental para monitorar o sistema elétrico do veículo. Apesar de existir no mercado alguns produtos concorrentes, a Stetsom aprimorou o desenvolvimento do VT-1 com novas tecnologias para oferecer um produto de qualidade com preço competitivo


O VT-1 foi otimizado para som automotivo, mas pode ser utilizado para outros dispositivos. É recomendado para veículos que possuem muitos acessórios fora de série, que demanda maior consumo de bateria (tuning, trail, DUB e pancadão).

Através do display e do VU meter ou simplesmente VU, voltímetro com característica de resposta rápida, normalmente composto por um ponteiro ou barra de leds que se movimenta conforme a variação da voltagem indica se o sistema de alimentação do som está com alguma deficiência que pode causar perda de potência, aquecimento de fios, deterioração da bateria, podendo danificar o amplificador ou o cd-player, tais como:
 descarga da bateria
- bateria danificada
- bateria insuficiente para a quantidade de amplificadores
- fio de alimentação fora do padrão (muito fino)
- oxidação nas conexões de alimentação.

Apesar do VT-1 não conseguir identificar qual dos problemas ocorre, ele indica que há problema e consegue medi-lo com precisão, o que não acontece com similares do mercado. Quando a bateria está muito fraca o VT-1 bloqueia os amplificadores preservando-os de possível queima.

25 de fev. de 2010

Como ligar um som Automotivo com fonte pc

1- Materiais 
1.1 Fonte de computador (preferencia ATX) 
1.2 Cd player 
1.3 Fones e Tweeters
1.4 Fios
1.5 Amplificador






Fonte ATX para liga-la corte um fio verde e um fio preto enrrole e isole.









2- Montagem
2.1 Fonte
Eu usei uma fonte de 450W por muito tempo aguentando um cd player e um Ab2000, você abre ela corta todos os fios menos o VERDEAMARELO, PRETO e o do cooler. Ai você separa um fio preto e emenda com o verde e isola, isso que vai fazer a fonte ligar. Depois disso junte todos os fios amarelos esse vai ser o polo POSITIVO, e junte os pretos que sobraram este vai ser o polo NEGATIVO.
2.2 Cd Player
O cd player tem 3 fios de força o positivo o negativo e o remoto(antena) você liga o a fonte na ordem, claro.
2.3 Fones e Tweeters
Normalmente o cd player tem 4 canais de baixa impedancia que são usados para ligar direto nos Auto falantes e tweeters nas portas do carro lembre sempre de casar a impedancia dos fones e potencias, normalmente cada canal do cd player fornece no máximo 40~45 WRMS.
2.4 Fios 
Sempre use fios de bitola grossa, fios finos causam aquecimento e ate curto circuito no sistema, fios grossos tem menor resistencia na passagem dos eletrons que vem da fonte para o Cd Player/Modulo, e do Cd Player/Modulo para Alto falantes e etc.
2.5 Amplificador
Eu usei numa fonte de 450W um Cd player e um Ab2000 como ja foi dito Acima, não tenho o que reclamar.
Sempre que o amplificador pedia corrente ela aguenta sem disparar ou super aquecer.

De resto so fazer as ligações e usar seu novo som no pc.

Copiem a vontade duvidas contato@somautomotivopb.com

1 de fev. de 2010

Lançamento GPS/Dvd H-Buster












DVD Player com monitor integrado de 4,3" | Touch screen |MP3 | WMA
Bluetooth® | USB | SD/MMC Card | entrada de áudio para iPod®
Módulo de navegação GPS com 1.294 cidades mapeadas
311 cidades navegáveis | 590 mil pontos de interesse
Informações Técnicas.
- DVD Player com monitor TFT  LCD widescreen de 4,3" integrado, sensível ao toque (touch screen)
- Navegador GPS integrado
- Sistema sem fio Bluetooth® para funções de telefonia celular
- Leitura de SD/MMC Card  (de até 2GB) e Pen Drive (de até 8GB)
- Entrada auxiliar AV [P2] frontal para expansão do sistema
- Leitura de mídias: DVD-R/RW, DVD+R/RW, CD-R/RW, SVCD, VCD
- Formatos de compactação: MP3, WMA e MP4
- Ajustes do Painel por ângulo de inclinação
- Painel frontal destacável, slide-down motorizado
- Conexão SWC (Steering Wheel Control) para controle das funções no volante
- Equalizador com 4 curvas pré-ajustadas (Flat, Popular, Rock e Classic)
- Hi-Power Mosfet ? 4 saídas de 60W cada
- Sistema anti-impacto eletrônico ESP
- Saída RCA para subwoofer com três ajustes de frequência de corte e volume
- 4 saídas RCA pré-amplificadas para conexão de módulo de potência
- 2 saídas RCA de vídeo
- Entrada RCA de vídeo para instalação de câmera traseira
- Entrada RCA auxiliar áudio /vídeo traseira
- Receptor AM/FM com 30 memórias de sintonia (18 FM e 12 AM)
- Controle rotativo de volume de fácil manuseio
-Controle remoto infra-vermelho slim


Módulo de navegação GPS interligado.
Os navegadores H-Buster operam com o que há de melhor em software de navegação e base de mapas. Todo navegador sai de fábrica com esses recursos já instalados nas versões mais recentes disponíveis à época de fabricação do produto, que funcionam sem a cobrança de taxas adicionais e não têm data de validade (não expiram). Contudo, podem estar disponíveis versões de atualização mais recentes que as encontradas originalmente no aparelho - normalmente com mais informações - , que podem ser adquiridas através da nossa Loja Virtual, onde eventualmente o consumidor também pode comprar um novo SD-card para substituir a perda do original extraviado ou avariado.

Dvd H-Buster
























DVD-Player com tela de LCD 7" wide screen, retrátil, com comando de suas funções por toque direto na tela, Touch Screen, totalmente motorizada e ajustável a diversos ângulos de painéis de diferentes carros.
         
Reproduz WMA, MP3, S-VCD, VCD, CD-R/RW, DVD-R/RW, além de DVD.
         
Para quem busca ampliar seu sistema de som e imagem automotivo, o HBD-9500 atende diversas necessidades. Possui entrada auxiliar de áudio e vídeo, 2 saídas de vídeo para monitores extras, saída para subwoofer com controle de fase 0º - 180º e volume e 7 curvas de equalização.
Além disso, o equipamento possui 4 canais de 40W Power MOSFET, que proporciona mais eficiência e qualidade ao som e um controle remoto IR, slim.
Informações Técnicas.
  • Monitor de TFT-LCD Digital de 7" motorizado
  • Operação direta na tela OSD Touch Screen
  • Receptor de AM/FM Estéreo de alta sensibilidade
  • Compatível com mídias DVD-R/RW, DVD+R/RW, CD-R/RW e formatos, MP3, WMA, SVCD e VCD
  • ESP - Anti-Shock Eletrônico para DVD, CD-DA, MP3 e WMA
  • Navegador do Menu com Joystick
  • Entrada AV para expansão do Sistema.
  • 4 saídas de 40W High Power MOSFET
  • Saída para Subwoofer com Controle de fase 0º - 180º e volume
  • 7 Curvas de equalização pré - ajustadas e uma  curva de usuário
  • 2 saídas RCA de vídeo
  • Controle Remoto infra-vermelho SLIM

Lançamento Cd Pionner














Características
- Potência máxima de saída MOSFET 50W x 4
- Potência de saída contínua (RMS): 22W x 4 a 4 ohms , 5% THD.
- Reprodução de MP3, WMA, AAC iTunes ® e WAV
- Entrada auxiliar traseira
- Entrada USB*
- Bluetooth incorporado (telefone e streaming de áudio)
- Frente flip down
- Dual Zone Color Combination – diversas opções de cor para os botões e o display
Sintonizador - BSM – busca e sintonia automática de estações
- Memória para estações - 18 FM e 6 AM
- List Search – busca por lista de estações armazenadas
CD Player - Compatível com CD-R/RW
- Conversor D/A 1-Bit, Filtro digital 8fs (bit rate 16 bit)
- Scan / pause / repeat
- Random play - reprodução aleatória
- Cd text
- Scroll
- List Search – busca por listas (arquivo / pasta)
- Memória de título de disco
- Advanced Sound Retriever
Áudio
- Potência máxima de saída MOSFET 50W x 4
- Potência de saída contínua 22W x 4 (50 Hz a 15.000 Hz, 5% de THD a 4 ohms, ambos os canais acionados)
- Botão de volume giratório
- Loudness selecionável (3 níveis)
- Fader / Balance
- EEQ – Equalizador paramétrico de 3 bandas
- 5 equalizações pré-definidas (Super Bass, Powerful, Natural, Vocal e Flat) + 1 personalizável
- Reforçador de graves
- HPF (filtro passa alta freqüência)
- Controle de subwoofer com LPF (filtro passa baixa freqüência)
- Subdrive direto
- SLA – Ajuste de nível de fonte
- 3 saídas pré-amplificadas RCA de alta voltagem (4V) (frontal + traseira + subwoofer)
Conexões
- Bluetooth
- Entrada USB*
- Entrada auxiliar traseira
- IP-Bus – compatibilidade com acessórios Pioneer
- Interface para iPod – via USB**
Outros- Comando rotativo
- Controle remoto
- Frente removível com estojo de proteção
- Display Off
- Dual Zone Color Combination – diversas opções de cor para os botões e o display
- Display LCD 280 segmentos – 10 cores pré-definidas + 1 personalizável + 1 rainbow
- Cabo de extensão USB
- Microfone incluído
- Conector ISO
- Manual em português
- Garantia de 1 ano
*verificar compatibilidade com seu dispositivo usb
**cabo cd-iu50 opcional

Lançamento Cd Pionner

















Características
- Potência máxima de saída MOSFET 50W x 4
- Potência de saída contínua (RMS): 22W x 4 a 4 ohms , 5% THD.
- Reprodução de MP3, WMA, AAC iTunes ® e WAV
- Entrada auxiliar traseira
- Bluetooth incorporado (telefone e streaming de áudio)
- Display OEL azul com animações – resolução de 160 x 48 pontos
- Frente motorizada
Sintonizador
- BSM – busca e sintonia automática de estações
- Memória para estações - 18 FM e 6 AM
- List Search – busca por lista de estações armazenadas
CD Player
- Compatível com CD-R/RW
- Conversor D/A 1-Bit, Filtro digital 8fs (bit rate 16 bit)
- Scan / pause / repeat
- Random play - reprodução aleatória
- Cd text
- Scroll
- List Search – busca por listas (arquivo / pasta)
- Memória de título de disco
- Equalizador Bitmétrico (Comp/BMX)
Áudio
- Potência máxima de saída MOSFET 50W x 4
- Potência de saída contínua (RMS): 22W x 4 (50 Hz a 15.000 Hz, 5% de THD a 4 ohms, ambos os canais acionados)
- Botão de volume giratório
- Loudness selecionável (3 níveis)
- Fader / Balance
- EEQ – Equalizador gráfico de 7 bandas
- 5 equalizações pré-definidas (Super Bass, Powerful, Natural, Vocal e Flat) + 2 personalizáveis
- Controle de nuança
- Reforçador de graves
- HPF (filtro passa alta freqüência)
- Controle de subwoofer com LPF (filtro passa baixa freqüência)
- Subdrive direto
- SLA – Ajuste de nível de fonte
- 3 saídas pré-amplificadas RCA de alta voltagem (4V) (frontal + traseira + subwoofer)
Conexões
- Bluetooth
- Entrada auxiliar traseira
- IP-Bus – compatibilidade com acessórios Pioneer
Outros
- Comando rotativo
- Controle remoto
- Frente removível com estojo de proteção
- Dimmer
- Ajuste de brilho
- Display OEL azul com animações – resolução de 160 x 48 pontos
- Microfone incluído
- Conector ISO
- Manual em português
- Garantia de 1 ano

Lançamento Dvd Pionner





















CARACTERÍSTICAS
- Entrada auxiliar frontal
- Entrada USB* frontal
- 112 opções de cor de iluminação dos botões
- Interface para iPod e iPhone via USB**
- Tela de 5,8” Touch Screen
(operação toque na tela)
- DVD double din
- Potência de saída contínua (RMS) 22W x 4 a 4 Ohms, 5% THD
- Potência máxima de saída MOSFET 50W x 4
- Reprodução de DVD-R, DVD-RW, CD-R, CD-RW,
DivX, JPEG***, MP3, WMA, AAC iTunes, WAV
- Sintonizador AM/FM

CONEXÕES
- Conector Iso
- Entrada de áudio e vídeo RCA
- Entrada auxiliar (áudio/vídeo)**** frontal 3.5mm estéreo
- Entrada para câmera de marcha à ré
- Entrada para controle remoto com fio
- Entrada USB* (áudio e JPEG)*** - Frontal - 2.0 full speed
- Interface para iPod e iPhone via USB** Sim
(opcional utilizar CD-IU50V)
- Entrada IP-Bus (permite conexão com acessórios
Pioneer)
- Saída óptico-digital
- 2 saídas RCA (áudio)  (front + rear) ou (front + subwoofer)
- 1 saída RCA (vídeo)

SINTONIZADOR- BSM (busca e sintonia automática de estações)
- List search
- Memória de estações-  6 AM, 18 FM

DVD/CD PLAYER
- Reprodução de DivX, MP3, WMA, AAC iTunes, WAV, JPEG***
- DVD região 4
- CD/DVD/USB text
- List Search
- Leitura de DVD-R/ DVD-RW/ CD-R/ CD-RW/ VCD
- Scan / pause / repeat / reprodução aleatória

DISPLAY
- Ajustes de imagem - Brilho, contraste, dimmer
- Display OFF
- 5 opções de  Iluminação do fundo de tela
- 112 opções de cor de Iluminação dos botões
- Padrão de cores NTSC / PAL / SECAM
- Papel de parede Personalizável
- Resolução QVGA (480 x 234 x 3) pixels
- Tela 5,8" wide screen com revestimento anti-ofuscamento

ÁUDIO- Advanced sound retriever
- Bass Booster (reforçador de graves)  6 níveis
- Equalizador Paramétrico 3 bandas, com 5 equalizações
pré-definidas e 1 personalizável
- HPF (filtro passa-altas)  5 frequências de corte
- Loudness 3 níveis
- LPF (filtro passa-baixas para subwoofer) 5 freqüências
de corte, 30 passos de volume (-24 a +6 dB)
- Nível Máximo de Saída RCA de 4 V
- SLA (ajuste de nível de fonte) de 9 níveis OUTROS
- Beep de operação
- Controle remoto
- Garantia de 1 ano
- Manual em português
- Relógio na tela

31 de jan. de 2010

Principios Básicos para o som

Som automotivo

Som automotivo é o processo de instalação e ajustes de equipamentos de som em automóveis de passeio. Pode ser tanto um serviço comercial quanto um hobbie de amadores.

Categorias

Alta Fidelidade (Hi-Fi)


Também conhecido como SQ, ou Sound Quality. O objetivo único é a reprodução da música em alta fidelidade no interior do veículo. O sistema deve ser capaz de reproduzir a música com o máximo de dinâmica, detalhamento e linearidade, assim como o palco sonoro da gravação.

SPL (Sound Pressure Level)


Sistemas voltados a SPL tem a ênfase dada nas freqüências graves do espectro audível (<100Hz). O objetivo é maximizar a pressão sonora dos alto-falantes, seja usando múltiplos subwoofers e/ou calculando caixas acústicas com reforço de freqüência. Uma sub-categoria também conhecida por SQPL tenta aliar SPL e alta fidelidade.


Trio elétrico

Esta categoria está voltada para a reprodução da música em volumes altos e para fora do veículo. Estes sistemas são usados para animar festas e seu objetivo é propagar o som o mais longe possível. Quando não bem projetado, o som resultante é distorcido e não linear. Apesar disso, é possível a construção de trios elétricos de qualidade, com reproduração sonora linear e sem distorções ou excessos.

Equipamentos

Os seguintes equipamentos compõe o som automotivo.

Unidade principal


Responsável pela fonte do áudio. Podem ser CD-players, DVD-players, toca-fitas e/ou sintonizadores AM/FM. Possuem saídas amplificadas para alimentar alto-falantes diretamente, e podem ter saídas pré-amplificadas com um sinal de áudio de melhor qualidade para serem ligadas a um amplificador externo, usado para alimentar os alto-falantes do sistema. As saídas amplificadas, muitas vezes divulgadas como 4x52W, na verdade estão usando o conceito de Watts PMPO e normalmente fornecem em torno de 4x20W RMS, sendo então saídas pouco potentes, porém suficientes para um kit de alto-falantes originais. O uso das saídas pré-amplificadas permite que amplificadores externos forneçam mais potência.

Unidades principais mais sofisticadas oferecem recursos como equalização (paramétrica ou gráfica), controle independente de subwoofer, cortes passa-alta (HPF) e passa-baixa (LPF) reguláveis, dentre outros. Algumas chegam até a oferecer o recurso de alinhamento de tempo (time alignment ou TA), que consiste em atrasar a fase do sinal de um dos canais para que se regule o centro do palco sonoro. Outros recursos que muitas unidades têm apresentado ultimamente são displays de cristal líquido com animações, e a possibilidade de reprodução de arquivos compactados nos formatos MP3, WMA, AAC, dentre outros.


Alto-falantes

São comumente divididos em tweeters, mid-ranges e woofers, em que cada tipo é responsável pela reprodução de uma determinada faixa de freqüência. Eles são vendidos agrupados ou separados, sendo o número de componentes as chamadas vias do alto-falante. Alto-falantes multivias, como um coaxial por exemplo, possuem um médio e um tweeter, enquanto um triaxial possui um médio e dois tweeters. Já os alto-falantes vendidos separadamente são chamados de "kit componente" e o mais comum é que se encontre em duas vias. Os kits componentes incluem divisores de freqüência (ou crossover em inglês), que como o próprio nome diz, divide o sinal de áudio, enviando os agudos para o tweeter e os médios para o alto-falante médio. Devido a isso, os kits componentes são mais indicados para projetos que visam a qualidade do som.


Amplificadores

São equipamentos eletrônicos que recebem o sinal enviado pela unidade principal, o amplificam e o usam para alimentar os alto-falantes, usando a bateria do veículo como fonte de energia. Existem dois tipos principais de amplificadores: os chamados "mosfet" que amplificam o sinal enviado pelas saídas RCA da unidade principal, e os chamados "booster", que amplificam o sinal enviado pelas saídas amplificadas da unidade principal.

Os "mosfet" geralmente tem melhor qualidade de áudio, contando tipicamente com centenas de componentes, porém os "booster" ainda são muito usados, principalmente no mercado brasileiro, devido ao seu baixo custo. Os preços e potências nominais variam muito, podendo ser encontrados amplificadores de 20 até 20000 Watts RMS.

Amplificadores "mosfet" geralmente são amplificadores com fontes de alimentação do tipo PWM, e pertencem quase sempre à classe AB. No entanto, amplificadores para grandes potências, geralmente utilizados para a reprodução dos sons graves e subgraves, costumam pertencer à classe D, devido ao seu maior rendimento, e por consequência produzem menos calor e exigem uma instalação elétrica de menor porte do que o equivalente em classe AB.

Alguns amplificadores mais sofisticados oferecem o recurso de indicação de clipping do sinal e até circuitos anti-clipping. Clipping é o ceifamento do sinal por excesso de ganho, e essa distorção em volumes altos é a principal causa de queima de alto-falantes.


Cabos

Os cabos para som automotivo são divididos basicamente em três tipos: alta corrente, alta tensão e baixa tensão.

Os cabos de alta corrente são os responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica ao amplificador, e devem ser dimensionados levando-se em conta a potência nominal do amplificador e seu fator de eficiência. Quanto mais eficiente for um amplificador, menor poderá ser a bitola do cabo para uma mesma distância. O contrário também é verdadeiro: quanto menos eficiente for um amplificador, maior deverá ser a bitola do cabo para uma mesma distância.

Os cabos de baixa tensão (ou alta impedância) são responsáveis por transmitir o sinal do circuito pré-amplificador da unidade principal para o amplificador. Geralmente são usados conectores RCA e cabos coaxiais, com seu núcleo constituído de um monofilamento de cobre e seu exterior por camadas alternadas de polímeros e blindagens eletromagnéticas. Devido a característica de transmitir sinais com baixa tensão, este tipo de cabo é muito sujeito a interferências eletromagnéticas, ocasionadas principalmente pelo módulo de injeção/ignição eletrônica, alternador, motor de arranque, bomba de combustível e cabos de alta corrente. Recomenda-se, quando da sua instalação, passá-los pela parte central do veículo, evitando assim possíveis pontos de interferências que prejudicarão a reprodução do áudio.

Os cabos de alta tensão podem ter duas finalidades distintas: transmitir o sinal das saídas amplificadas da unidade principal aos alto-falantes ou "boosters", ou transmitir os sinais amplificados pelo amplificador aos alto-falantes. As principais características a serem observadas são: pureza do cobre utilizado; quantidade de filamentos (quanto maior a quantidade, maior a flexibilidade e a área da secção do cabo); material da cobertura plástica (recomenda-se utilizar cabos cujas capas sejam anti-chamas) e bitola. Este último item deve ser calculado levando-se em conta a potência aplicada ao alto-falante, a sua impedância e a sua distância em relação ao amplificador (externo ou interno à unidade principal).


Acessórios

Megacapacitores

Em sistemas muito potentes, a bateria não consegue suprir a corrente de pico das músicas e o sistema perde potência. Assim, são usados capacitores de elevada carga (1-3 Farad são muito comuns) para suprir tais demandas.


Telas de vídeo

Em sistemas com DVD-players, muitas vezes também são instaladas no veículo telas de LCD para a reprodução de vídeo. geralmente estes aparelhos sao de 8 ou 9 polegadas.


Fusíveis e disjuntores

Dependendo do porte do sistema, são usados equipamentos elétricos como os fusíveis e disjuntores para proteção do equipamento.


Bateria

Sistemas mais potentes drenam mais bateria quando o motor está desligado, e baterias pequenas tem corrente de pico menor do que baterias grandes, em sua maioria. Então sistemas maiores acrescenta-se baterias de maior amperagem, carga aumentando o tempo de reserva de carga, (75-400Ah), para calcular a quantidade de amperagem nescessária para cada sistema deve-se observar o manual do amplificador, e em sistemas potentes pode ser considerado 100A para cada 1000W RMS para amplificadores de classe D . Existe baterias estacionárias, de Gel, ou Prata, que são duradouras e possuem uma vida útil maior que as baterias de chumbo.


Projetos

Os projetos dependem do objetivo que se deseja alcançar e do preço que se pode pagar. Porém, os diferentes tipos de projetos têm raízes comuns.


Básico

O projeto de som mais básico que se pode ter em um veículo é uma unidade principal, como um CD-player por exemplo, alimentando 2 ou 4 alto-falantes. Este sistema atende a maioria das pessoas e por isso é item de série na maioria dos carros. Pode ser trocada a unidade principal e os alto-falantes originais por equipamentos de melhor qualidade, porém é um sistema restrito e pouco potente.


Incluindo um amplificador externo

O primeiro passo de um projeto além do básico é a utilização de amplificadores externos ao player. Além de proporcionar maior potência do que as unidades principais comuns, pode-se ganhar em fidelidade ao usar amplificadores “mosfet” de boa qualidade.


Adicionando um subwoofer

O segundo passo para um projeto é a inclusão de subwoofers em automóveis para som interno, pois normalmente os alto-falantes mid-bass não têm resposta suficiente na região dos graves e subgraves (<100Hz aproximadamente). Existem também woofers ditos "profissionais" que atuam na mesma faixa de freqüência e que são voltados para som para fora do veículo. Ambos são instalados em caixas acústicas de madeira ou fibra de vidro no porta-malas do veículo.


Melhorando a acústica dos alto-falantes

Este aprimoramento de projeto se enquadra melhor à categoria Alta Fidelidade. Os locais originais onde os alto-falantes são instalados geralmente não possuem acústica adequada para a resposta do alto-falante ou não estão adequadamente direcionados aos passageiros. Para evitar ressonâncias e selar a parte de trás do alto-falante mantendo o alto-falante no local original da porta, são usados tratamentos no interior das portas chamados de mantas acústicas. No entanto, para a efetiva rigidez, selagem e direção do alto-falante, são construídas caixas acústicas em fibra de vidro de 2 até 15 litros de volume interno, e que geralmente ficam parafusadas no chão do veículo (pezinhos ou KICK-PANEL)tanto no motorista quanto no passageiro. Por estas caixas estarem perto dos pés do condutor e do passageiro, elas são chamadas de pezinhos, e tem a sua forma e disposição projetada de maneira a minimizar o incômodo.


Aumentando a potência

O passo final do projeto é o aumento da potência o máximo possível, adequado portanto para as categorias de SPL e Trio Elétrico onde é necessária muita potência para amplificar os numerosos e grandes alto-falantes do veículo. São instalados múltiplos amplificadores e estes necessitam de alimentação adequada. Este tipo de projeto lida com o correto dimensionamento dos cabos de energia no carro, com o suprimento de energia pela(s) bateria(s) e mega-capacitor(es), chegando até a lidar com a troca do alternador original do carro. Muitas vezes o próprio carro sofre reforços estruturais e nos casos extremos os vidros são trocados por acrílico para não trincar.
 

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